segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Descabeladas

Loiras, morenas, ruivas ou qualquer que seja a outra cor do cabelo as dúvidas e inseguranças são sempre as mesmas que povoam a cabeça feminina. O mundo evoluiu e com isso as preocupações também.... para algumas apenas aumentara, já para outras mudaram completamente. Lavar, passar, cozinhar e as demais rotinas do lar deixaram de ser a única ocupação de uma mulher. Hoje elas estuda, trabalham fora e dentro de casa, tomam conta do marido, dos filhos e ainda tem tempo para se cuidarem.
Estamos falando das mulheres que sobrevivem nas diversas "selvas de pedras" espalhadas por este país a fora. Somos consideradas choronas, sensíveis, melosas, instáveis, xeretas e muitas vezes LOUCAS !!!! O grande sonho da maioria dos homens, segundo afirmação dos próprios, é entender a cabeça das mulheres. Bom, tarefa um poucoi complexa, afinal nós mulheres não nos contentamos com qualquer coisa. Somos muito exigentes mesmo e não desistimos fácil. Lutamos e conquistamos o nosso espaço nesta sociedade 99,9% masculina, no qual os melhores empregos são destinado aos homens.
Antigamente só nascíamos para atender todas as vontades da clase masculina. éramos educadas para saber cozinhar, lavar, passar, organizar a casa, satisfazer todos os desejos do amado marido e parir. Meu Deus, como nossas ancestrais eram boas parideiras!!! Era uma criança na barra da saia, uma no colo e outra no ventre. A mulher não tinha vontade própria, seus desejos eram massacrados dentro delas, antes mesmo de nascer.
Sexo por diversão... nem pensar!!! Somente para satisfazer o marido e quando eles queriam... Detalhe a mulher não podia se mexer demais ou manifestar seu tesão no memomento do sexo, pois eram consideradas prostitutas e logo os maridos achavam que elas estavma aprendendo na rua com outros homens. Aff, imagina tranar sem poder soltar a franga?? Ou então quando der na telha virar para o marido e propor fazerem um canguru perneta descalço?? Mas o mais importante poder decidir se está afim ou não de transar, se quer apenas ficar deitada na horizontal, comendo chocolate e vendo aquele filminho água com açúcar.
Ser mulher nunca foi fácil, nem mesmo hoje que conquistamos o nosso espaço, continuamos sofrendo os mesmos preconceitos da sociedade masculina. Mas somos uma raça guerreira, que nunca desiste, que chora, grita, espeneia, descabela e ao mesmo ri. Somos mulheres que apenas tentam viver e ser felizes, ams que infelizmente são incompreendidas.
Minha amiga mulher, companheira de classe e guerreira como as demais, aqui será o nosso ponto de encontro para juntas desvendarmos e solucionarmos os dilmas do universo feminino.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Um emprego de natal no shopping


Com a chegada do final do ano e a proximidade do natal as chances de um emprego, mesmo que temporário, aumentam. A grande demanda do comércio nesta época é a responsável pelo surgimento de novas oportunidades de emprego. O principal foco dos que buscam uma colocação são os Shoppings Centers por ter uma grande concentração de lojas.


De acordo com a gerente de marketing Cyntia Lourenço do BH Shopping é um bom momento para sair em busca de novas oportunidades, pois o comércio deverá ter uma grande demanda este ano. “O trabalho temporário não deve ser encarado como um mero passa tempo, ou como algo ruim, pois é uma porta que se abre e mesmo que a pessoa não seja efetivada, um bom profissional sempre é lembrado.”, diz a Cyntia. Devido ao aumento das vendas a gerente acredita que os shoppings são grandes responsáveis pelas contratações temporárias nesta época.

Para a estudante de Comércio Exterior, Aline Peixoto Silva, de 23 anos o presente de natal chegou mais cedo com um emprego de vendedora na loja em uma loja de brinquedos do BH Shopping. “Sou adepta do velho ditado de quem chega primeiro bebe água limpa. Quanto mais cedo sair a procura, maiores são as chances.”, afirma Aline. A estudante ainda afirma que as pessoas que buscam uma vaga em shopping não devem ficar presas apenas ao jornal, internet ou agências. “A maioria das lojas anunciam as vagas na própria vitrine. O negócio é passear pelo shopping de olho bem aberto, como se estivesse a procura de uma roupa para um grande evento.”, brinca a Aline.


Ainda de acordo com pesquisa ao site da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e do Trabalho Temporário (Asserttem), serão abertas cerca de 113 mil vagas temporárias no Brasil este ano, 8% a mais que em 2007. Metade das vagas oferecidas estão destinadas ao sudeste. A Asserttem ainda informa que há uma probabilidade de que 42 mil dos empregados no país, ou 37%, sejam efetivados. Para a empresa é conveniente aproveitar os melhores candidatos e efetivá-los após o término do serviço temporário devido à escassez de profissionais qualificados no mercado.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

E ai, o sonho acabou ???

1968: o sonho acabou??? É a pergunta que não quer calar 40 anos depois. Para tentar responder está pergunta a Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte promoveu de 28 à 30 de maio palestras e debates sobre o Movimento de 68. O objetivo é mostrar os jovens a força dos ideais desses jovens de 1968. Todos escutam falar deste movimento, mas muitos não sabem do que se trata e de sua real importância. E uma outra pergunta deve ser feita: O que restou destes ideais para os jovens de hoje?

Os jovens de hoje são totalmente livres, não sofrem com proibições. Tem o direito de ir e vir, pensar e principalmente de se expressar. Em 1968 os estudantes e trabalhadores se uniram e através de protestos e movimentos combateram as proibições morais, religiosas e econômicas que reprimiam os homens e principalmente as mulheres.

O cientista político e sociólogo Otávio Soares Dulci, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da PUC Minas, fez uma análise de 1968, do cenário político- econômico e do papel dos movimentos sociais naquela época e hoje.

"Foi o ano da livre experimentação de drogas, das garotas de minissaia, da pílula anticoncepcional, do movimento feminista e do assassinato de Martin Luther King. Foi um ano que, por seus excessos, marcou a humanidade. As utopias criadas em 68 podem não ter se realizado. Mas mudaram para sempre a forma como encaramos a vida. Quarenta anos depois, 68 continua enigmático, estranho e ambíguo como um adolescente em crise existencial.", afirmou Otávio.

Para o sociólogo a década de 60 foi muito importante, principalmente de 1968 no Brasil. "Em dezembro de 68 o país se tornou uma verdadeira ditadura até o ano de 1988, com a implantação do AI-5 pelo presidente Arthur Costa e Silva. Entre os anos de 64 e 68 houve uma implantação de uma democracia limitada", declarou.

O cientista político destacou que o movimento de 68 foi marcado também pelas greves. "Destaca-se a maior greve dos operários em Contagem, na empresa Belgo Mineira, seguido de várias outras companhias que aderiram às greves, estendendo até Osasco no Rio de janeiro", disse.

No final da palestra o sociólogo respondeu a principal pergunta: "O sonho acabou"? "Não, apenas mudamos a forma de lutar pelos nossos ideais, dentro de uma nova cultura!", finalizou.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

PÉ NO FREIO


Se você perguntar a qualquer adolescente qual a primeira coisa que irá fazer ao completar 18 anos, vai ouvir em alto e bom som: Tirar a carteira de motorista para dirigir um carro! Podemos dizer que ter um automóvel é o sonho de consumo da maioria da população. Ter um carro hoje em dia não é mais sinônimo de status e nem um sonho distante, pois as facilidades de compra são grandes. Com isso o volume de veículos nas ruas de Belo Horizonte multiplicou e as complicações também.

O empresário Rodrigo Delucca de 38 anos dirige a 27 anos, isso mesmo ele começou a dirigir com 11 anos. “Minha mãe tinha uma Brasília, que eu ficava brincando de tirar e colocar na garagem sem ela ver. Depois comecei a dar voltinhas no quarteirão, até ela descobrir e ficar muito brava comigo”, lembra. Segundo Rodrigo dirigir antigamente era um prazer, pois não havia tantos carros e nem o stress de hoje. “O grande problema é que os carros aumentaram e a necessidade do ser humano de locomover também, mas as ruas continuam as mesmas, com o mesmo tamanho e comportando a mesma quantidade de veículos.”, afirma.

Rodrigo afirma que adora andar de carro, mas que muitas vezes deixa de ir a determinado lugar com preguiça do
trânsito de Belo Horizonte. Ainda segundo ele o maior drama são os carros velhos e danificados que circulam pelas ruas. “Os carros não agüentam rodar mais, ficam apenas empatando o trânsito. Fico muito estressado!”, diz.

O empresário disse que morou um ano em São Paulo e enfrentava diariamente o transito com todos os engarrafamentos que tem. “Mesmo com todo o engarrafamento São Paulo é melhor do que Belo Horizonte para andar, pois as pessoas respeitam a sinalização de mudança de faixa.”, relata. Para Rodrigo não vai demorar muito o
rodízio de placas de São Paulo ser implantado em Belo Horizonte, o volume de carros tende a crescer mais ainda. “Espero que o rodízio consiga organizar o caos que está se tornando dirigir, pois caso contrário vamos todos terminar loucos!”
Escute um trecho da entrevista com Rodrigo

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Música fenomenal

Black eyed peace - Pump it

Um jornalista-escritor


“A batalha hoje é contra a ignorância e conhecimento. A política serve para manter este país nas trevas.”, afirma o jornalista-escrito Domingos Meireles, na palestra ministrada na abertura das comemorações do Centenário da Academia Mineira de Letras, na última quinta-feira à noite, dia 03 de abril.

O jornalista-escritor abriu o evento apresentando seu último livre: “1930 – órfãos da Revolução”, que foi lançado em dezembro de 2005 e está na terceira edição. Neste livro aprofundou a técnica já utilizada no primeiro livro. O fato é contado através do que os jornais reportaram na época. Depois, o jornalista narra o mesmo fato segundo perspectiva da política e como os policiais reproduziram aos seus chefes. Por último, o ponto de vista de políticos é apresentado. “É muito interessantes como cada lado conta uma história diferente.”, disse Domingos Meireles.

Além deste livro Meireles publicou em 1995 “As noites das grandes fogueiras”, inspirado na marcha revolucionária de Luís Carlos Prestes. Domingos Meireles trabalhava vendendo máquinas de escrever, até que resolveu trabalhar em um jornal para protestar contra o Golpe de Estado que instituiu no período de 24 anos de Ditadura Militar. Ao longo dos 21 anos de profissão ganhou alguns prêmios, tais como: Esso, edição especial Amazônia na Revista Realidades, em 1972, Wladimir Gerzog, em 1982 e 1992 e o Rei da Espanha de Televisão, em 1993.

O jornalista apresenta hoje o programa Linha Direta na Rede Globo, mas antes de ingressar na Globo, trabalhou no Estado de São Paulo, no antigo Jornal da Tarde e no Sites Brasileiro de Televisão – SBT, mas por causa de uma previsão de sua taróloga, voltou à TV Globo. Ficou “encostado” cerca de 2 anos na Globo, antes de começar a apresentar o Linha Direta e durante este período escreveu o seu segundo livro. Ao longo dos anos de profissão, Meireles diz que a imparcialidade é conto da carochinha e que os jornais têm interesses bem determinados. “As grandes batalhas são travadas dentro da redação. Repórter para sobreviver, em que ser um combatente.”, afirma o jornalista.

No que se refere ao jornalismo, Meireles diz que o curso de jornalismo não é qualificado e por isso, também não qualifica o estudante para a atividade. Por isso, indica, além de muita leitura, o desenvolvimento de outras capacidades: a escrita e a computação gráfica. “Acho os cursos muito ruins porque são ocupados por jornalistas que se formam e não conseguem entrar no mercado. Então, fazem um mestrado e começam a lecionar. Além disso, as faculdades estão virando cursos técnicos. “ finaliza Domingos Meireles.